O Mizuno Synchro MX 2 carrega poquíssimas mudanças em relação ao modelo anterior. O cabedal teve as alterações significativas, contudo o EVA em dupla densidade, a ausência da tecnologia Wave e o drop mais alto foram mantidos para manter a essência de um modelo intermediário da marca japonesa.
Apesar dos vários pontos negativos encontrados, o segundo modelo da linha Synchro MX 2 carrega uma boa tração, um amortecimento adequado e a versatilidade ao seu favor. Mas será que vale a pena adquirir o modelo?
Alguns pontos negativos
Apesar de não serem pontos que atinjam diretamente o conforto ou o desempenho da peça. São significativas características que fazem do modelo um tênis de corrida com variados defeitos ao longo da construção. Um exemplo é a flexibilidade, que deixa muito a desejar. O peso que aumentou de um modelo para o outro. Assim como as poucas mudanças positivas vistas do primeiro modelo Synchro MX para o Mizuno Synchro MX 2.
A versatilidade como fator positivo
O que é possível diagnosticar como grande fator positivo é a versatilidade do calçado. Por se tratar de um tênis híbrido (para corridas e outras atividades), o modelo incorpora uma construção que se adapta corretamente nas mais diferentes superfícies, assim como nas mais diversas atividades físicas.
Nosso veredicto? Definitivamente há outros modelos que incorporam uma construção melhor do que o Mizuno Synchro MX 2. Apesar de ser um modelo interessante, os R$ 499 acabam por ser pouco atrativo. Por se tratar de uma linha nova, esperava-se, ao menos, evolução na composição e leve diminuição do preço, com o intuito de atrair mais interessados em conhecer o modelo.