O Nike Zoom Fly é um novo modelo lançado em 2017, em semelhança alguma com os dois modelos Zoom Fly que outrora foram lançados no passado. Outra tecnologia, outro conceito. Uma nova fórmula que combina amortecimento sem abrir mão de uma boa resposta através da propulsão. Um conforto digno de aplausos e o ganho do usuário ao adquirir um tênis de boa qualidade e extremamente confortável.
Uma nova construção no Nike Zoom Fly
Um tênis que chama a atenção por ser um modelo de performance, diretamente ligado às competições e com características mais próprias a treinamentos e rodagens. Contudo, a ideia da Nike foi reduzir peso, conquistar conforto e potencializar a aerodinâmica em combinação à propulsão – que no caso do modelo Zoom Fly pós Breaking 2 assumi a característica de resposta do calçado.
Os incrementos foram muito bem recebidos pelo público. Um cabedal chamativo para a sobreposição e a ventilação mantida, uma entressola de combinação em Lunartelos com Placa Nylon para promover absorção de impacto e consequente propulsão e o preenchimento de espuma exato com o intuito de chegar ao peso ideal. A Nike testou e conseguiu aquilo que queria.
Baixa durabilidade
Um tênis de tamanha qualidade deveria, ao menos, beirar os mil quilômetros de uso. Segundo alguns comentários de especialistas e usuários, dificilmente o calçado agüente os quinhentos quilômetros de rodagem, sendo um tênis muito frágil e, de certa forma, questionando-se a própria qualidade de apresentação da marca americana que escanteou a longevidade da peça.
Nosso veredicto? Tudo o que é bom parece durar pouco. Infelizmente isso não é um elogio ao Nike Zoom Fly. Contudo pesa a questão da abrangência de qualidade que é explorada pela peça, apesar de sua durabilidade baixa. Para adotá-lo apenas em competições – sobretudo meia maratonas – é um tênis ideal. Entretanto para quem deseja um tênis para treinar e competir pode esquecer esse modelo nas prateleiras.